Admiro quem saiba dançar bem, o que nunca foi o meu caso. (^^)
SILÊNCIO QUE.BRA-DO
sábado, 7 de março de 2015
quinta-feira, 9 de outubro de 2014
Os Olhos
Uma parte do nosso corpo que merece destaque são os Olhos. Somos uma Obra Prima como um todo, com destaque para os Olhos, sem os quais não poderíamos vislumbrar a Obra por inteiro.
domingo, 24 de agosto de 2014
Alienígenas e outros Monstros
Os relatos de aparições extraterrestres são pouco convincentes. O que eu acho é que as pessoas querem ver Seres extraterrestres.
Elas querem ver algo novo, de outro mundo, e acabam vendo coisas onde elas não
existem.
O ET de Varginha, por exemplo, não era um ET, era um homem
com problemas mentais que estava agachado num matagal e foi confundido com um
ET por 3 garotas que ali passavam.
Repare que há muitos relatos de pessoas que alegam ter visto
ET's, monstros no lago, chupa-cabras, etc. Mas quando toda uma equipe de
pesquisadores, portando filmadoras e outros equipamentos, vão averiguar a
história, nada é encontrado.
Não acha no mínimo estranho que esses monstros surjam apenas
quando ninguém mais esta vendo? Quando ninguém possui meios, no momento da
suposta aparição, de pegar alguma prova bem convincente? Como uma gravação de
vídeo em HD, por exemplo?
Fica a dúvida.
segunda-feira, 18 de agosto de 2014
Vocação para o Sobrenatural
Eu nunca acreditei verdadeiramente na existência de algo sobrenatural por trás do êxtase religioso, exaltação espiritual no qual o crente se crê "possuído" por alguma divindade/entidade e alçado um novo plano.
Quando eu vejo pessoas falando em línguas estranhas, gritando, pulando, conversando com os mortos, tendo comportamentos estranhos, demonstrando ter "poderes sensitivos", fica sempre uma pulguinha atrás da orelha. Algo me diz que não há nada de "sobrenatural" ali, ou como preferirem chamar.
Foi então que resolvi pesquisar um pouco a respeito e encontrei um artigo científico abordando o tema que eu achei muito interessante e satisfez minhas duvidas. Confiram...
Vocação para o Sobre-Humano
De certa forma todos nós, através do lado mágico de nosso pensamento temos uma tendência a ter sentimentos e comportamentos sobre-humanos, algo que compense a desagradável sensação de pequenez e finitude a que todos estamos sujeitos, ora mais, ora menos fortemente.
Sentir-se “sobre-humano” pode aliviar a limitação para a felicidade plena imposta por nossa condição existencial. Mesmo nas pessoas tidas por descrentes, realistas, racionais, seja lá como gostam de ser consideradas, a partir do momento em que jogam na loteria, mesmo quando todas as probabilidades racionais não recomendam o jogo, está se manifestando um pensamento mágico.
Seria um pensamento que foge à dureza da racionalidade que estabelece as probabilidades de ganhar, seria algo do tipo: “pode ser que eu tenha sorte” ou “pode ser que tenha chegado o meu dia…” e assim por diante. Isso é sentir-se sobre-humano, privilegiado e diferente dos demais.
É esse o impulso que estou tentando explicar, o impulso de compensar o desconhecido com ideias premeditadas e predefinidas pela sociedade, como o paranormal ou o sobrenatural.
Pode ser que a sensação de poder se comunicar com o sobrenatural, de ser escolhido como porta-voz dos espíritos, de ter sensibilidade especial (diferente dos outros), de poder curar, de poder prever ou influir no futuro, nos faça sentir especiais, sobre-humanos.
Buscar influências fora de nós também ajuda a atenuar a sensação de fracasso, de aliviar quando nos sentirmos incompletos, de desculpar não termos sidos tão brilhantes como gostaríamos.
Se nossas falhas e limitações tivessem origem fora de nós mesmos, independentemente de nossa vontade, nossa autoestima estaria preservada. A possessão por entidades pode tanto realçar sentimentos de superioridade como resolver sentimentos de inferioridade.
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http://bardoateu.blogspot.com/2013/03/ciencia-explica-psiquiatria-vs.html
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sábado, 16 de agosto de 2014
Noites de tormenta
Quando criança, recordo que eu costumava orar em noites de
forte chuva e relâmpagos para que a tormenta passasse. Aquelas nuvens negras e o som dos trovões me assustava muito. Minha mãe me dizia que
papai do céu nos ouve e nos atende. Então eu orava com muito fervor e confiança
de que o papai do céu atenderia meu pedido. De repente, a tormenta ia embora e
eu cria que papai tinha me ouvido. O tempo passou, eu cresci e hoje, adulto, penso
exatamente o contrário.
Se num dia de forte chuva as
pessoas orarem para que ela passe, uma hora irá passar. Não porque elas oraram e um
"Ser Sobrenatural" interviu e mandou a chuva parar ou por coincidência, mas
porque as nuvenzinhas estão ficando sem água. Daí em diante, parar de chover é só uma questão de tempo.
Orações são inúteis e em nada influencia a chuva. Com ou sem oração,
a chuva sempre passa de qualquer forma.
sexta-feira, 15 de agosto de 2014
Meu Blogger
Nascido em Salvador e filho de pais separados, esse é o meu primeiro contato com
um Blog. Achei a ideia de criar um Blog uma ótima oportunidade para deixar bem
guardadinho tudo o que eu achar interessante.
Gosto de compartilhar coisas que me inspirem, que eu ache interessante, diferente, marcante. Ou, quem sabe, nem tanto assim. ( :
um Blog. Achei a ideia de criar um Blog uma ótima oportunidade para deixar bem
guardadinho tudo o que eu achar interessante.
Gosto de compartilhar coisas que me inspirem, que eu ache interessante, diferente, marcante. Ou, quem sabe, nem tanto assim. ( :
"A Noite de Núpcias" (conto erótico)
CLUBE DO LIVRO ERÓTICO
O tio envia carta a pretendentes anunciando que a
condessa Elizabeth esta na idade de se casar. E ela entrega sua virgindade ao
eleito, o misterioso Ian, como conta o livro Alguém para
amar (Beste
Seller).
A NOITE DE NÚPCIAS
Elizabeth abriu os
olhos e fixou-os no teto. Sentia-se agitada por estar deitada nua ao lado
alguém que, ela sabia, também estava nu.
Ian se inclinou sobre ela e tomou-lhe os lábios num beijo insistente,
que não cessou até obter uma resposta.
Só então Ian voltou a falar, em voz baixa, porém firme:
― ‘’Se tivéssemos nos casado na Escócia, teríamos feito os antigos votos’’. Eu teria dito: ‘’Com meu corpo, eu te idolatro’’.
Só então Ian voltou a falar, em voz baixa, porém firme:
― ‘’Se tivéssemos nos casado na Escócia, teríamos feito os antigos votos’’. Eu teria dito: ‘’Com meu corpo, eu te idolatro’’.
Ian pronunciou as palavras e Elizabeth foi
invadida por um sentimento pungente que a levou às lágrimas. Sufocando um
gemido, Ian beijou-a num misto de doçura e ansiedade. Elizabeth entreabriu a
boca, acolhendo a língua ávida. Ela passou os braços pelos ombros largos e ele
a puxou contra si, fazendo com que os quadris, se colassem.
Num movimento rítmico sugestivo, ele penetrava sua língua e voltava a tira-la, provocando uma onda irreprimível de desejo em Elizabeth.
Fazendo-a virar de costas, Ian começou a acariciar os
seios, apertando os bicos e sentindo-os enrijecer.
Seus lábios a abandonaram por um instante,
deslizando do pescoço até os seios, provocando-a devagar antes de se fecharem
em torno de seu mamilo.
Ela gemeu quando Ian começou a suga-lo, o
prazer torturante da carícia levando-a a arquear o corpo instintivamente.
Ele beijou-lhe o ventre, traçando uma trilha
mais abaixo, até que a língua encontrou o umbigo.
Insistiu na carícia, as mãos descendo e
ousando mais, os lábios quentes deslizando, passando pelo triângulo de pelos
entre as pernas.
Ao beijar a pele sensível e perceber Elizabeth
ofegando de prazer, ele prosseguiu, então sugando o sexo feminino, quente, os
gemidos enlouquecidos fazendo crescer a própria excitação. Elizabeth achou que
seria o momento em que ele a possuiria, mas Ian continuou a beija-la,
enchendo-a de promessas de prazeres nunca imaginados.
Rolando o corpo para o lado, ele a levantou
junto no abraço, pressionando-a contra si para que ela sentisse a intensidade
da excitação, o membro rijo roçando a maciez sensível do sexo de Elizabeth.
A respiração de Elizabeth estre-cortada, suas
mãos agarravam-no pelos ombros e seu coração batia enlouquecido. Ian sentia a
tensão crescente que a tomava de assalto e, embora estivesse desesperado alívio
de sua própria paixão, pousou um leve beijo em sua testa.
Feliz, Elisabeth fitou-o por um instante,
mas, invadida por uma súbita urgência de vê-lo por inteiro, baixou os olhos
para o tronco musculoso, coberto por uma fina penugem escura. Na penumbra do
quarto, a pele de Ian reluzia como bronze.
Perceber que ele ensaiava por ser tocado deixou-a
cheia de orgulho e prazer. Deslizou as mãos pelos músculos firmes do peito. Não
insistiu ao impulso de roçar os lábios em seu braço. Depois, com um pouco mais
de atrevimento, beijou-lhe o mamilo, tocando-o coma língua, sentindo Ian arfar
de desejo e pressionar as mãos com mais força em suas costas.
Ela continuou sua exploração mais embaixo.
Estava tão concentrada no prazer que obtinha ao lhe dar prazer que demorou a
perceber que a mão dele descera com firmeza por entre suas pernas.
Então, gemeu de prazer sentindo as carícias continuar,
tornando-se cada vez mais íntimas, Ian afinal mergulhando o dedo em sua úmida
quentura.
Fazendo-a virar de costas, ele cobriu-lhe a boca com a sua e começou a aumentar o ritmo da carícia com o dedo. Quando Elizabeth passou a mover os quadris contra a sua mão, ele posicionou-se entre as pernas abertas, o membro rígido direcionado ao corpo dela.
Fazendo-a virar de costas, ele cobriu-lhe a boca com a sua e começou a aumentar o ritmo da carícia com o dedo. Quando Elizabeth passou a mover os quadris contra a sua mão, ele posicionou-se entre as pernas abertas, o membro rígido direcionado ao corpo dela.
Desesperado pelo alívio de sua própria tensão
e, ao mesmo tempo, odiando a dor que iria lhe provocar, ergueu-lhe os quadris
para recebê-lo.
― ‘’Vou machuca-la um pouco, meu amor, mas
não há outro jeito’’.
Segurando-o pelos ombros, Elizabeth
preparou-se para qualquer que fosse a dor que viria. Arqueou o corpo e um
gemido agudo escapou de seus lábios.
Mas a dor desapareceu quase tão depressa
quanto o desabafo, e seu marido finalmente penetrava a estreita passagem de seu
corpo, até que ela o sentisse por inteiro, com toda a sua força e calor,
prendendo-o contra sie entregando-se à pura beleza dos movimentos lentos e
profundos que ele começava a fazer.
Elizabeth moldou os quadris aos dele e passou a
acompanhar-lhe os movimentos e, assim fazendo, levava-o a uma agonia
indescritível de desejo.
Ele se
continha determinado a assegurar-se de que ela chegaria ao clímax antes dele.
Ian aumentou o ritmo, sempre lhe prendendo os quadris com firmeza, e a jovem
mulher em seus braços seguia-lhe os movimentos, acolhendo o membro pulsante em
sua estreita e ardente abertura.
Elizabeth sentiu algo selvagem crescer dentro
de si. Virava a cabeça loucamente sobre o travesseiro, enquanto esperava a
chegada daquilo que Ian tentava lhe dar. Então, a sensação explodiu em cheio,
fazendo-o arfar contra a boca dele e gritar.
Com os braços e ombros tensos pela contensão
que se impunha, Ian atirou-se a ela com movimentos breves e afoitos. No
instante em que ambos se entregam ao gozo, ele a apertou mais em seus braços,
jorrando dentro dela e gemendo alto.
Seu corpo convulsionou-se ainda uma vez e
mais outra.
Agarrou-se a ele, respirando ofegante contra seu rosto.
Os corações
disparavam no mesmo ritmo frenético e enlouquecido e as duas vidas se uniam de
forma inexorável. ●
CONTO ERÓTICO PUBLICADO NA REVISTA "NOVA"
EDICÃO: 426 / ANO 37 / NÚMERO 3 / MARÇO DE 2009
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