CLUBE DO LIVRO ERÓTICO
O tio envia carta a pretendentes anunciando que a
condessa Elizabeth esta na idade de se casar. E ela entrega sua virgindade ao
eleito, o misterioso Ian, como conta o livro Alguém para
amar (Beste
Seller).
A NOITE DE NÚPCIAS
Elizabeth abriu os
olhos e fixou-os no teto. Sentia-se agitada por estar deitada nua ao lado
alguém que, ela sabia, também estava nu.
Ian se inclinou sobre ela e tomou-lhe os lábios num beijo insistente,
que não cessou até obter uma resposta.
Só então Ian voltou a falar, em voz baixa, porém firme:
― ‘’Se tivéssemos nos casado na Escócia, teríamos feito os antigos votos’’. Eu teria dito: ‘’Com meu corpo, eu te idolatro’’.
Só então Ian voltou a falar, em voz baixa, porém firme:
― ‘’Se tivéssemos nos casado na Escócia, teríamos feito os antigos votos’’. Eu teria dito: ‘’Com meu corpo, eu te idolatro’’.
Ian pronunciou as palavras e Elizabeth foi
invadida por um sentimento pungente que a levou às lágrimas. Sufocando um
gemido, Ian beijou-a num misto de doçura e ansiedade. Elizabeth entreabriu a
boca, acolhendo a língua ávida. Ela passou os braços pelos ombros largos e ele
a puxou contra si, fazendo com que os quadris, se colassem.
Num movimento rítmico sugestivo, ele penetrava sua língua e voltava a tira-la, provocando uma onda irreprimível de desejo em Elizabeth.
Fazendo-a virar de costas, Ian começou a acariciar os
seios, apertando os bicos e sentindo-os enrijecer.
Seus lábios a abandonaram por um instante,
deslizando do pescoço até os seios, provocando-a devagar antes de se fecharem
em torno de seu mamilo.
Ela gemeu quando Ian começou a suga-lo, o
prazer torturante da carícia levando-a a arquear o corpo instintivamente.
Ele beijou-lhe o ventre, traçando uma trilha
mais abaixo, até que a língua encontrou o umbigo.
Insistiu na carícia, as mãos descendo e
ousando mais, os lábios quentes deslizando, passando pelo triângulo de pelos
entre as pernas.
Ao beijar a pele sensível e perceber Elizabeth
ofegando de prazer, ele prosseguiu, então sugando o sexo feminino, quente, os
gemidos enlouquecidos fazendo crescer a própria excitação. Elizabeth achou que
seria o momento em que ele a possuiria, mas Ian continuou a beija-la,
enchendo-a de promessas de prazeres nunca imaginados.
Rolando o corpo para o lado, ele a levantou
junto no abraço, pressionando-a contra si para que ela sentisse a intensidade
da excitação, o membro rijo roçando a maciez sensível do sexo de Elizabeth.
A respiração de Elizabeth estre-cortada, suas
mãos agarravam-no pelos ombros e seu coração batia enlouquecido. Ian sentia a
tensão crescente que a tomava de assalto e, embora estivesse desesperado alívio
de sua própria paixão, pousou um leve beijo em sua testa.
Feliz, Elisabeth fitou-o por um instante,
mas, invadida por uma súbita urgência de vê-lo por inteiro, baixou os olhos
para o tronco musculoso, coberto por uma fina penugem escura. Na penumbra do
quarto, a pele de Ian reluzia como bronze.
Perceber que ele ensaiava por ser tocado deixou-a
cheia de orgulho e prazer. Deslizou as mãos pelos músculos firmes do peito. Não
insistiu ao impulso de roçar os lábios em seu braço. Depois, com um pouco mais
de atrevimento, beijou-lhe o mamilo, tocando-o coma língua, sentindo Ian arfar
de desejo e pressionar as mãos com mais força em suas costas.
Ela continuou sua exploração mais embaixo.
Estava tão concentrada no prazer que obtinha ao lhe dar prazer que demorou a
perceber que a mão dele descera com firmeza por entre suas pernas.
Então, gemeu de prazer sentindo as carícias continuar,
tornando-se cada vez mais íntimas, Ian afinal mergulhando o dedo em sua úmida
quentura.
Fazendo-a virar de costas, ele cobriu-lhe a boca com a sua e começou a aumentar o ritmo da carícia com o dedo. Quando Elizabeth passou a mover os quadris contra a sua mão, ele posicionou-se entre as pernas abertas, o membro rígido direcionado ao corpo dela.
Fazendo-a virar de costas, ele cobriu-lhe a boca com a sua e começou a aumentar o ritmo da carícia com o dedo. Quando Elizabeth passou a mover os quadris contra a sua mão, ele posicionou-se entre as pernas abertas, o membro rígido direcionado ao corpo dela.
Desesperado pelo alívio de sua própria tensão
e, ao mesmo tempo, odiando a dor que iria lhe provocar, ergueu-lhe os quadris
para recebê-lo.
― ‘’Vou machuca-la um pouco, meu amor, mas
não há outro jeito’’.
Segurando-o pelos ombros, Elizabeth
preparou-se para qualquer que fosse a dor que viria. Arqueou o corpo e um
gemido agudo escapou de seus lábios.
Mas a dor desapareceu quase tão depressa
quanto o desabafo, e seu marido finalmente penetrava a estreita passagem de seu
corpo, até que ela o sentisse por inteiro, com toda a sua força e calor,
prendendo-o contra sie entregando-se à pura beleza dos movimentos lentos e
profundos que ele começava a fazer.
Elizabeth moldou os quadris aos dele e passou a
acompanhar-lhe os movimentos e, assim fazendo, levava-o a uma agonia
indescritível de desejo.
Ele se
continha determinado a assegurar-se de que ela chegaria ao clímax antes dele.
Ian aumentou o ritmo, sempre lhe prendendo os quadris com firmeza, e a jovem
mulher em seus braços seguia-lhe os movimentos, acolhendo o membro pulsante em
sua estreita e ardente abertura.
Elizabeth sentiu algo selvagem crescer dentro
de si. Virava a cabeça loucamente sobre o travesseiro, enquanto esperava a
chegada daquilo que Ian tentava lhe dar. Então, a sensação explodiu em cheio,
fazendo-o arfar contra a boca dele e gritar.
Com os braços e ombros tensos pela contensão
que se impunha, Ian atirou-se a ela com movimentos breves e afoitos. No
instante em que ambos se entregam ao gozo, ele a apertou mais em seus braços,
jorrando dentro dela e gemendo alto.
Seu corpo convulsionou-se ainda uma vez e
mais outra.
Agarrou-se a ele, respirando ofegante contra seu rosto.
Os corações
disparavam no mesmo ritmo frenético e enlouquecido e as duas vidas se uniam de
forma inexorável. ●
CONTO ERÓTICO PUBLICADO NA REVISTA "NOVA"
EDICÃO: 426 / ANO 37 / NÚMERO 3 / MARÇO DE 2009

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