Powered By Blogger

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

Os Olhos

Uma parte do nosso corpo que merece destaque são os Olhos. Somos uma Obra Prima como um todo, com destaque para os Olhos, sem os quais não poderíamos vislumbrar a Obra por inteiro.




domingo, 24 de agosto de 2014

Alienígenas e outros Monstros


Os relatos de aparições extraterrestres são pouco convincentes. O que eu acho é que as pessoas querem ver Seres extraterrestres. Elas querem ver algo novo, de outro mundo, e acabam vendo coisas onde elas não existem.

O ET de Varginha, por exemplo, não era um ET, era um homem com problemas mentais que estava agachado num matagal e foi confundido com um ET por 3 garotas que ali passavam.

Repare que há muitos relatos de pessoas que alegam ter visto ET's, monstros no lago, chupa-cabras, etc. Mas quando toda uma equipe de pesquisadores, portando filmadoras e outros equipamentos, vão averiguar a história, nada é encontrado.

Não acha no mínimo estranho que esses monstros surjam apenas quando ninguém mais esta vendo? Quando ninguém possui meios, no momento da suposta aparição, de pegar alguma prova bem convincente? Como uma gravação de vídeo em HD, por exemplo?

Fica a dúvida.

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Vocação para o Sobrenatural


Eu nunca acreditei verdadeiramente na existência de algo sobrenatural por trás do êxtase religioso, exaltação espiritual no qual o crente se crê "possuído" por alguma divindade/entidade e alçado um novo plano.

Quando eu vejo pessoas falando em línguas estranhas, gritando, pulando, conversando com os mortos, tendo comportamentos estranhos, demonstrando ter "poderes sensitivos", fica sempre uma pulguinha atrás da orelha. Algo me diz que não há nada de "sobrenatural" ali, ou como preferirem chamar.

Foi então que resolvi pesquisar um pouco a respeito e encontrei um artigo científico abordando o tema que eu achei muito interessante e satisfez minhas duvidas. Confiram...


Vocação para o Sobre-Humano

De certa forma todos nós, através do lado mágico de nosso pensamento temos uma tendência a ter sentimentos e comportamentos sobre-humanos, algo que compense a desagradável sensação de pequenez e finitude a que todos estamos sujeitos, ora mais, ora menos fortemente.

Sentir-se “sobre-humano” pode aliviar a limitação para a felicidade plena imposta por nossa condição existencial. Mesmo nas pessoas tidas por descrentes, realistas, racionais, seja lá como gostam de ser consideradas, a partir do momento em que jogam na loteria, mesmo quando todas as probabilidades racionais não recomendam o jogo, está se manifestando um pensamento mágico.

Seria um pensamento que foge à dureza da racionalidade que estabelece as probabilidades de ganhar, seria algo do tipo: “pode ser que eu tenha sorte” ou “pode ser que tenha chegado o meu dia…” e assim por diante. Isso é sentir-se sobre-humano, privilegiado e diferente dos demais.

É esse o impulso que estou tentando explicar, o impulso de compensar o desconhecido com ideias premeditadas e predefinidas pela sociedade, como o paranormal  ou o sobrenatural.

Pode ser que a sensação de poder se comunicar com o sobrenatural, de ser escolhido como porta-voz dos espíritos, de ter sensibilidade especial (diferente dos outros), de poder curar, de poder prever ou influir no futuro, nos faça sentir especiais, sobre-humanos.

Buscar influências fora de nós também ajuda a atenuar a sensação de fracasso, de aliviar quando nos sentirmos incompletos, de desculpar não termos sidos tão brilhantes como gostaríamos.

Se nossas falhas e limitações tivessem origem fora de nós mesmos, independentemente de nossa vontade, nossa autoestima estaria preservada. A possessão por entidades pode tanto realçar sentimentos de superioridade como resolver sentimentos de inferioridade.

_______________
http://bardoateu.blogspot.com/2013/03/ciencia-explica-psiquiatria-vs.html

_

sábado, 16 de agosto de 2014

Noites de tormenta




Quando criança, recordo que eu costumava orar em noites de forte chuva e relâmpagos para que a tormenta passasse. Aquelas nuvens negras e o som dos trovões me assustava muito. Minha mãe me dizia que papai do céu nos ouve e nos atende. Então eu orava com muito fervor e confiança de que o papai do céu atenderia meu pedido. De repente, a tormenta ia embora e eu cria que papai tinha me ouvido. O tempo passou, eu cresci e hoje, adulto, penso exatamente o contrário.


Se num dia de forte chuva as pessoas orarem para que ela passe, uma hora irá passar. Não porque elas oraram e um "Ser Sobrenatural" interviu e mandou a chuva parar ou por coincidência, mas porque as nuvenzinhas estão ficando sem água. Daí em diante, parar de chover é só uma questão de tempo.  Orações são inúteis e em nada influencia a chuva. Com ou sem oração, a chuva sempre passa de qualquer forma.

sexta-feira, 15 de agosto de 2014

Meu Blogger

Nascido em Salvador e filho de pais separados, esse é o meu primeiro contato com
um Blog. Achei a ideia de criar um Blog uma ótima oportunidade para deixar bem
guardadinho tudo o que eu achar interessante.

Gosto de compartilhar coisas que me inspirem, que eu ache interessante, diferente, marcante. Ou, quem sabe, nem tanto assim. ( :

"A Noite de Núpcias" (conto erótico)

CLUBE DO LIVRO ERÓTICO
O tio envia carta a pretendentes anunciando que a condessa Elizabeth esta na idade de se casar. E ela entrega sua virgindade ao eleito, o misterioso Ian, como conta o livro Alguém para amar  (Beste Seller).


A NOITE DE NÚPCIAS

Elizabeth abriu os olhos e fixou-os no teto. Sentia-se agitada por estar deitada nua ao lado alguém que, ela sabia, também estava nu.  Ian se inclinou sobre ela e tomou-lhe os lábios num beijo insistente, que não cessou até obter uma resposta.

Só então Ian voltou a falar, em voz baixa, porém firme:

― ‘’Se tivéssemos nos casado na Escócia, teríamos feito os antigos votos’’. Eu teria dito: ‘’Com meu corpo, eu te idolatro’’.

Ian pronunciou as palavras e Elizabeth foi invadida por um sentimento pungente que a levou às lágrimas. Sufocando um gemido, Ian beijou-a num misto de doçura e ansiedade. Elizabeth entreabriu a boca, acolhendo a língua ávida. Ela passou os braços pelos ombros largos e ele a puxou contra si, fazendo com que os quadris, se colassem.

Num movimento rítmico sugestivo, ele penetrava sua língua e voltava a tira-la, provocando uma onda irreprimível de desejo em Elizabeth.

Fazendo-a virar de costas, Ian começou a acariciar os seios, apertando os bicos e sentindo-os enrijecer.

Seus lábios a abandonaram por um instante, deslizando do pescoço até os seios, provocando-a devagar antes de se fecharem em torno de seu mamilo.
Ela gemeu quando Ian começou a suga-lo, o prazer torturante da carícia levando-a a arquear o corpo instintivamente.

Ele beijou-lhe o ventre, traçando uma trilha mais abaixo, até que a língua encontrou o umbigo.

Insistiu na carícia, as mãos descendo e ousando mais, os lábios quentes deslizando, passando pelo triângulo de pelos entre as pernas.

Ao beijar a pele sensível e perceber Elizabeth ofegando de prazer, ele prosseguiu, então sugando o sexo feminino, quente, os gemidos enlouquecidos fazendo crescer a própria excitação. Elizabeth achou que seria o momento em que ele a possuiria, mas Ian continuou a beija-la, enchendo-a de promessas de prazeres nunca imaginados.

Rolando o corpo para o lado, ele a levantou junto no abraço, pressionando-a contra si para que ela sentisse a intensidade da excitação, o membro rijo roçando a maciez sensível do sexo de Elizabeth.

A respiração de Elizabeth estre-cortada, suas mãos agarravam-no pelos ombros e seu coração batia enlouquecido. Ian sentia a tensão crescente que a tomava de assalto e, embora estivesse desesperado alívio de sua própria paixão, pousou um leve beijo em sua testa.

Feliz, Elisabeth fitou-o por um instante, mas, invadida por uma súbita urgência de vê-lo por inteiro, baixou os olhos para o tronco musculoso, coberto por uma fina penugem escura. Na penumbra do quarto, a pele de Ian reluzia como bronze.

Perceber que ele ensaiava por ser tocado deixou-a cheia de orgulho e prazer. Deslizou as mãos pelos músculos firmes do peito. Não insistiu ao impulso de roçar os lábios em seu braço. Depois, com um pouco mais de atrevimento, beijou-lhe o mamilo, tocando-o coma língua, sentindo Ian arfar de desejo e pressionar as mãos com mais força em suas costas.

Ela continuou sua exploração mais embaixo. Estava tão concentrada no prazer que obtinha ao lhe dar prazer que demorou a perceber que a mão dele descera com firmeza por entre suas pernas.

Então, gemeu de prazer sentindo as carícias continuar, tornando-se cada vez mais íntimas, Ian afinal mergulhando o dedo em sua úmida quentura.

Fazendo-a virar de costas, ele cobriu-lhe a boca com a sua e começou a aumentar o ritmo da carícia com o dedo. Quando Elizabeth passou a mover os quadris contra a sua mão, ele posicionou-se entre as pernas abertas, o membro rígido direcionado ao corpo dela.

Desesperado pelo alívio de sua própria tensão e, ao mesmo tempo, odiando a dor que iria lhe provocar, ergueu-lhe os quadris para recebê-lo.

― ‘’Vou machuca-la um pouco, meu amor, mas não há outro jeito’’.

Segurando-o pelos ombros, Elizabeth preparou-se para qualquer que fosse a dor que viria. Arqueou o corpo e um gemido agudo escapou de seus lábios.

Mas a dor desapareceu quase tão depressa quanto o desabafo, e seu marido finalmente penetrava a estreita passagem de seu corpo, até que ela o sentisse por inteiro, com toda a sua força e calor, prendendo-o contra sie entregando-se à pura beleza dos movimentos lentos e profundos que ele começava a fazer.

Elizabeth moldou os quadris aos dele e passou a acompanhar-lhe os movimentos e, assim fazendo, levava-o a uma agonia indescritível de desejo.

Ele se continha determinado a assegurar-se de que ela chegaria ao clímax antes dele. Ian aumentou o ritmo, sempre lhe prendendo os quadris com firmeza, e a jovem mulher em seus braços seguia-lhe os movimentos, acolhendo o membro pulsante em sua estreita e ardente abertura.
Elizabeth sentiu algo selvagem crescer dentro de si. Virava a cabeça loucamente sobre o travesseiro, enquanto esperava a chegada daquilo que Ian tentava lhe dar. Então, a sensação explodiu em cheio, fazendo-o arfar contra a boca dele e gritar.

Com os braços e ombros tensos pela contensão que se impunha, Ian atirou-se a ela com movimentos breves e afoitos. No instante em que ambos se entregam ao gozo, ele a apertou mais em seus braços, jorrando dentro dela e gemendo alto.

Seu corpo convulsionou-se ainda uma vez e mais outra.
Agarrou-se a ele, respirando ofegante contra seu rosto.

Os corações disparavam no mesmo ritmo frenético e enlouquecido e as duas vidas se uniam de forma inexorável.


CONTO ERÓTICO PUBLICADO NA REVISTA "NOVA"
EDICÃO: 426 / ANO 37 / NÚMERO 3 / MARÇO DE 2009

Giulia Soncini

Não tenho experiencia na área musical mas achei a menina Giulia talentosa, muito
simpática e encantadora. Fiquei surpreso quando soube que ela não foi a vencedora
do programa ''ídolos kids''.

Enfim... assim como eu, muitos acham que ela merece brilhar. Há tantos cantores
ruins na mídia. Tá na hora de trocar esses "discos arranhados" por talentos como ela.



quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Não Compreendo

Uma das coisas que eu nunca entendi muito bem é o relacionamento doentio entre o crente e o seu Deus.

Vamos por partes.
Suponhamos que o seu filho seja portador de uma grave doença e te peça ajuda. Ajuda financeira para comprar alguns remédios caros, por exemplo.

Estando ao seu alcance ajudar, você o ajudaria, não? O "sim" predominaria, não há porque negar ajuda a alguém que se ama, ainda mais se tratando de um filho e estando ao nossa alcance ajudar.

Seguindo essa mesma linha de raciocínio, quando o crente precisa de ajuda para algum problema grave e recorre ao seu Deus, porque ele precisa orar, jejuar, se santificar, se sacrificar, subir o monte, se humilhar e confessar que ''só o senhor é Deus'' para que só então Ele ajude? E se isso for da vontade dEle, ainda há esse detalhe.

Que espécie de "amor" é esse que exige o cumprimento de uma lista de N coisas para oferecer uma simples ajuda? Ele não pode simplesmente ajudar? Escrevo "simples" porque não pode haver nada difícil para um Ser onipotente.

Olhando toda essa situação por fora, o que eu vejo são pessoas iludidas em busca de uma ajuda imaginária. Pessoas ajudam pessoas, deuses não somam nem subtraem.

Mesmo não sendo oni-isso e oni-aquilo, mesmo não possuindo poderes incríveis, mesmo com o pouco que temos, ajudamos uns aos outros. E sendo de coração, sem esperar nada em troca ou fazer exigências estúpidas para estender a mão à quem peça socorro.


domingo, 3 de agosto de 2014

Voz Angelical

Já ouvi muitas cantoras com belas vozes, mas nenhuma se compara a de Mell. Cheguei a me arrepiar com essa voz tão maravilhosa, além de sentir uma enorme sensação de paz interior. :)


Mell Pack


domingo, 29 de junho de 2014

Estátua misteriosa



Esta história é uma lenda urbana muito famosa nos Estados Unidos e é baseada em fatos reais.

Dizem que há alguns anos atrás, um casal decidiu sair da rotina e sair para jantar, porém, para tornar a noite mais romântica, combinaram que deixariam seus dois filhos com uma babá muito bem recomendada por uma amiga do casal.

A noite com as crianças parecia tranquila. A jovem viu alguns filmes em DVD os colocou no quarto para dormir. Entediada, decidiu ligar para os pais para perguntar se poderia ver TV em seu quarto, visto que este era o único lugar que estava disponível, pois os pais eram muito rigorosos com o que os filhos viam na TV.

Com a permissão do casal para que assistisse TV no quarto, a garota decidiu fazer mais um pedido. Ela perguntou se poderia cobrir a estátua que estava no quarto das crianças com uma toalha ou cobertor, pois achou que ela era aterrorizante.

Do outro lado da linha o telefone ficou mudo por alguns instantes, até que o pai das crianças falou com temor na voz:

- Leve as crianças para fora de casa agora! Nós estamos chamado a policia, pois não possuímos nenhuma estátua no quarto das crianças.

Após alguns minutos de ser alertada, a policia chegou até o local. Cautelosamente e com armas em punho, os policiais invadiram a casa e encontraram todos mortos.

Nenhuma estátua foi encontrada, não havia sinal de arrombamento e nenhuma evidencia sobre como as mortes ocorreram foi detectada. As vitimas estavam mortas com um golpe de algo maciço e pesado. O caso nunca foi resolvido e se tornou uma lenda urbana.

A primeira pergunta que me vem à mente é: isso de fato aconteceu Onde essa notícia foi veiculada? Onde exatamente essa história nasceu?

Confesso que senti calafrios quando terminei de ler.

quinta-feira, 26 de junho de 2014

Ashley Banks e Cia

Seriados como ''um maluco no pedaço'' me cativa. Essa série mostra as trapalhadas de uma família que passa por N situações mas que bem lá no fundo se ama. Por essa e outras razões, tenho um imenso carinho pela Série.

Essa é uma das cenas que ficou na minha memória.


quarta-feira, 25 de junho de 2014

A linda Chloe Moretz.




Jovem, linda e talentosa, já coleciona fãs aos milhares. Dos poucos filmes seus que assisti, de todos eu gostei. Por Kick-Ass 2, então, nem se fala. Me apaixonei. Gosto da sua atuação nas telinhas, sem contar que ela é uma gracinha.

Massinhas de modelar


Antes de assistir ao vídeo, só conhecia o pastor Caio Fábio pelo nome. Ele concedeu uma entrevista ao The Night e falou sobre algo que eu já imaginava ser verdade. A Igreja Universal, dentre outras denominações manipuladoras, brotam como chuchu em serra diariamente em cada esquina, transformando pessoas em massa de manipulação.

Assista e entenda melhor.




terça-feira, 24 de junho de 2014

Filmes e lágrimas

Sempre fui fissurado por filmes, com exceção daqueles chatos de faroeste e os dramáticos. O que mais marcou minha vida e me arrebatou o coração foi Inteligência Artificial, dirigido por Steven Spielberg e lançado em 2001.

Pela primeira vez na vida me emocionei e chorei assistindo um filme.  Achei a história muito bonita. Um robô que se torna capaz de AMAR é algo que eu nunca tinha visto até aquele momento.

A cena final foi a que mais me emocionou. Antes de morrer, Monica diz a David que o ama, sendo aquele o momento eterno que David tanto esperou. Monica morre e, vendo que não há mais motivo para continuar vivendo, David decide partir também.

Ele se deita ao lado de Monica e une sua mão a dela. Ao fechar seus olhos, David também morre, partindo junto com Monica para o lugar onde nascem os sonhos.

Não aguentei, tive que chorar rios de lágrimas.





Paraibano bom-de-bola

Nos intervalos do trabalho...
Na falta do que fazer...
Inventamos, rimos, brigamos, nos distraímos.







segunda-feira, 23 de junho de 2014

O Inferno

Me identifiquei com este vídeo. Onde se ouve muitos ''améns'', significa que ninguém esta raciocinando. A sensação de pensar por conta própria é libertadora.

Não tenho boas lembranças da época em que era evangélico. A imagem que as igrejas que eu frequentava passavam do inferno sempre me aterrorizou.

Cada palavra imprópria que eu proferia, cada pensamento mau ou ''pecaminoso'' que eu tinha, trazia à tona o medo de ser condenado eternamente ao fogo do inferno por estar desagradando a Deus.

Como alguém pode se sentir feliz reprimindo seus desejos a vida inteira? Como alguém pode ser feliz carregando o fardo do medo de ser condenado por coisas tão bobas?


sábado, 21 de junho de 2014

Vídeo Sensacional

Lá estava eu, mais uma vez, navegando pela internet a procura de algo interessante para ler ou assistir. Foi então que encontrei este vídeo espetacular e muito bem ilustrado. Gostei tanto a ponto de assistir ''trocentas'' vezes sem me enjoar. (:


Título: Perguntas ainda não respondidas